1/10/2007

Se o "não" ganhar a lei deve alterar noutro sentido

Uma amiga minha enviou-me um email a pedir-me para analisar o anexo que seguia junto ao mesmo, onde se reflectiam 14 questões para se votar pelo "não" no referendo relacionado com a questão do aborto.
Sinceramente e respeitando a opinão dos outros, fiquei espantada ao verificar que aquela minha amiga - que eu julgava ser deste século - ainda vive (sem saber) com os princípios machistas e patriarcais de outrora (mas que ainda estão presentes na nossa sociedade, como é óbvio e se denota).

Reparei então que a pessoa que tinha feito aquele anexo era um homem chamado "Claudio Anaia", que não conheço e não faço a mais pálida ideia da razão de ser tão acérrimo na defesa do "não". Mas imagino qual seja...

Muitas e muitas são as razões que levam alguém a votar "sim" ou "não".

E, como já deu para perceber eu votarei pelo "Sim", e espero - pelo bem da nossa sociedade definhada - que o "Sim" finalmente ganhe.

Mas para o caso de isso não acontecer, eu penso que os nossos legisladores têm, na mesma, de alterar a lei actual e assim,
as mulheres que abortem ilegalmente passam a ser presas juntamente com quem ajudou a procriar.
Desta forma, os homens que tanto querem ter uma palavra a dar sobre o assunto
(sendo muitas vezes os primeiros a não querer ter aquele filho) começam a ir presos juntamente com elas, com vista a uma Lei bem mais equitativa.
Que dizem desta ideia?